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Boletim de Conjuntura Dezembro / 2018: Que Venha a Reforma da Previdência!

Mais uma vez, os resultados fiscais de 2018 mostram que o grande “calcanhar de Aquiles” da economia brasileira continua sendo a situação das contas públicas, que nos últimos cinco anos têm apresentado “rombos” expressivos, embora de menor magnitude, a partir de 2017. O financiamento desses “rombos”, por sua vez, demanda um endividamento crescente por parte do setor público, que já ultrapassa em quase 60% a média de outros países emergentes, numa trajetória que põe em risco sua solvência futura.

Boletim de Conjuntura Novembro / 2018: Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo!

O ano que termina foi marcado pela continuidade da recuperação da economia brasileira, ainda que de forma muito mais lenta do que se esperava. O consumo das famílias deverá crescer acima do observado durante 2017, porém, não de forma significativa, dado o elevado desemprego e o aumento da informalidade, que limitam o crescimento dos salários, além das condições de crédito ainda “apertadas”. Toda essa situação também impediu uma retomada mais significativa dos serviços, que é o principal setor, do ponto de vista da produção, pois este é muito dependente do poder aquisitivo das famílias.

Boletim de Conjuntura Setembro/2018: O Próximo Presidente e a Política Econômica

O próximo Presidente, seja ele quem for, “herdará” uma economia ainda em fase de lenta recuperação, que, para elevar a tração, necessitará de uma condução sensata da política econômica, restabelecendo o chamado modelo do “tripé macroeconômico”, baseado em três alicerces fundamentais: meta de superávit fiscal primário, sistema de metas de inflação e taxa de câmbio flutuante.

Boletim de Conjuntura Julho/2018: Taxa de Câmbio, Cenário Externo e Eleições

Nas últimas semanas, a crise econômica ocorrida na Turquia se somou às incertezas provocadas pela guerra comercial entre Estados Unidos e China, aumentando a instabilidade do cenário externo, num contexto de expectativa de novos aumentos da taxa de juros internacional. O “estopim” dessa crise foi a sobretaxação das exportações de aço e alumínio daquele país por parte do Governo norte-americano, que colocou em risco sua capacidade de pagamento dos compromissos externos, levando à expressiva depreciação de sua moeda.