Conselho de Segurança da ACSP vai entregar propostas de segurança para o próximo governo

Foto: Divulgação / ACSP

O Conselho de Segurança (CS) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vai reunir propostas do setor produtivo sobre segurança pública, cibersegurança e segurança jurídica. A decisão foi tomada durante reunião do conselho nesta quinta-feira (14), que também discutiu o contingenciamento orçamentário da área e os impasses na tramitação da PEC da Segurança Pública.

O encontro contou com a presença do coordenador do Conselho de Segurança da ACSP, Marcelo Martins de Oliveira, e dos conselheiros Antonio Baptista Gonçalves, diretor-presidente da Banca Antonio Gonçalves Advogados Associados; Luiz Flávio Filizzola D'Urso, advogado e presidente do Instituto Nacional de Estudos sobre Criptoativos (INECRIPTO); Celso Perioli, professor e ex-secretário Nacional de Segurança Pública; Edson Vismona, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade; Ivan Francisco Pereira Agostinho, subprocurador-geral de Justiça Criminal do Ministério Público de São Paulo (MPSP); Livia Caroline Gomes dos Santos, advogada e sócia da Gandra Martins, Garcia e Gomes Sociedade de Advogados; e Luiz Flávio Borges D'Urso, advogado criminalista e presidente da OAB/SP por três mandatos.

Contingenciamento

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Uma das propostas deve girar em torno da destinação de recursos à segurança pública, tema que, segundo os participantes, não teve grandes avanços relevantes nos últimos anos.

A importância da capacitação das forças policiais e da previsibilidade orçamentária foi outro tema tratado, alertando os desafios da falta de treinamento e estrutura para os profissionais da segurança.

Integração entre estados e PEC da Segurança

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O grupo também discutiu a tramitação da PEC da Segurança Pública, que busca equilibrar a proposta de um plano integrado do governo federal com a autonomia defendida pelos estados. A falta de um plano nacional articulado e as diferenças regionais se mostram questões complexas que exigem cautela na padronização das ações, já que cada corporação enfrenta complexidades e especificidades próprias de seu território.

Por ACSP - 14/08/2026