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NOTA À IMPRENSA

São Paulo, 12 de julho de 2018. Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), comenta que a alta de 2,7% do varejo restrito em maio (sobre igual mês de 2017), divulgado hoje pelo IBGE, “não serve de parâmetro para a performance do setor ao longo do ano, visto que as atividades do comércio apresentaram desempenhos extremamente desiguais, ante a paralisação dos caminhoneiros”.

Burti cita como exemplo o ramo de combustíveis, que caiu 7,9% na variação anual, e o de supermercados, cujas vendas cresceram 8%. “Este segmento costuma trabalhar com estoque maior e viu uma corrida dos consumidores aos supermercados”.

Ele diz que “a paralisação impactou mais a indústria do que o varejo em função das entregas e foi um evento extraordinário não antecipado, que bagunçou a economia, sobrepondo-se, inclusive, a fatores conjunturais positivos”. Os fatores são o alongamento dos prazos, o crescimento do emprego e dos salários e a queda dos juros.   

Por fim, Burti declara que o comércio está longe de recuperar as perdas provocadas pela recessão: o varejo restrito está 7,1% abaixo do resultado recorde de outubro de 2014 e o ampliado encontra-se 16% inferior a março de 2012. “Mas acreditamos que o setor deve continuar a se recuperar ao longo de 2018 e nos próximos anos”, finaliza o presidente da ACSP.

 

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Renato Santana de Jesus
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Por Renato Santana de Jesus