COCCID da ACSP recebe a presidente do Clube de Mães do Brasil, Maria Eulina Hilsenbeck

São Paulo, 6 de março de 2024 – Na terça-feira (5), o Comitê de Civismo e Cidadania (COCCID), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), realizou o primeiro encontro do ano, que contou com a palestra de Maria Eulina Hilsenbeck, presidente do Clube de Mães do Brasil.

A mesa foi composta por Carlos Roberto Monteiro, vice-presidente da ACSP; Samir Nakhle Khoury e Adolfo Bolívar Savelli, respectivamente coordenador e coordenador adjunto do COCCID, e João Tomaz, presidente do Instituto Histórico Geográfico.

Roberto Mateus Ordine, presidente da ACSP, deu as boas-vindas a todos os participantes e agradeceu a disponibilidade de Maria Eulina em compartilhar suas experiências com os membros do Comitê. “É uma honra para a Casa recebê-la, e o seu trabalho é um exemplo de doação e renúncia da sua vida em prol do próximo”.

Maria Eulina compartilhou sua história de vida e como toda essa experiência a impulsionou a fundar, em 1993, o Clube de Mães do Brasil, instituição filantrópica, sem fins lucrativos, voltada às pessoas em situação de rua e em vulnerabilidade social. “Eu vivi nas ruas por 1 ano e 7 meses, passei por uma fase de readaptação social e fundei o Clube. Na busca da consolidação do potencial humano, desenvolvemos programas e projetos sociais baseados no tripé econômico, social e ambiental. Nosso principal objetivo é investir no ser humano, contribuindo para o processo de construção da cidadania e da autonomia produtiva das pessoas”, ressaltou.

Atualmente, o atendimento na instituição para população em situação de rua contempla, aproximadamente, 476 atendimentos mensais. São sete projetos de capacitação profissional, inserindo as pessoas no contexto social a ponto de torná-las independentes economicamente, direcionando-as para o mercado de trabalho, estimulando o empreendedorismo e rendas alternativas, além de contribuir com a qualidade de vida, o conhecimento cultural, ambiental e econômico. “Nossas alunas estão sendo capacitadas para serem excelentes profissionais onde aprendem, por exemplo, a descartarem corretamente as sobras de tecido, contribuindo com a sustentabilidade e o meio ambiente”, finalizou Maria Eulina.

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Por ACSP