Quando uma empresa tem mais de um dono, a convivência entre os sócios é grande, e é preciso que eles entendam que passarão por momentos de dificuldades. Mas, para que a sociedade funcione e o negócio sobreviva, é fundamental saber gerenciar os períodos adversos sem que eles se transformem em conflitos, afinal, desentendimentos podem prejudicar o desempenho da empresa e, mais do que isso, colocar em risco a sua sobrevivência no mercado.

É comum, por exemplo, que a escolha do parceiro de negócio seja baseada simplesmente em uma amizade ou parentesco – quando, na verdade, um sócio deve ser escolhido por suas competências.

Na prática, quando as divergências se tornam frequentes, a administração da empresa passa a ficar em segundo plano e a paixão pelo empreendimento deixa de existir para ambas as partes, o que é decepcionante. Listamos alguns dos problemas mais comuns entre sócios que, se não forem ajustados rapidamente, podem acabar com uma empresa. Confira:

1. Falha de comunicação

Muitos conflitos começam a surgir quando um dos sócios age de forma precipitada e toma alguma decisão sem consultar os demais envolvidos. E essa atitude nem sempre é adotada por maldade. Às vezes, um sócio acha que conhece muito bem as vontades e preferências do outro e que, por isso, pode deixar para comunicar uma decisão depois – o que pode gerar desentendimentos e desgaste na relação.

2. Falta de confiança

Confiança é primordial para que qualquer relacionamento dê certo, e com uma sociedade não é diferente. Se um precisar cuidar mais da parte financeira, por exemplo, é preciso que o outro não se sinta desconfortável com isso.

3. Expectativas diferentes

Uma sociedade bem resolvida precisa de expectativas e planos alinhados desde o princípio. Quando os empresários começam um negócio com visões muito diferentes sobre lucro e outros critérios importantes, até uma amizade pode chegar ao fim. É imprescindível que os sócios tenham a mesma visão da empresa.

4. Falta de envolvimento

Quando um sócio fica na zona de conforto e não se esforça tanto para o crescimento da empresa, o outro pode ficar desanimado e, com razão, se sentir sobrecarregado. Como consequência, o negócio pode perder espaço no mercado e a competitividade necessária para gerar lucro. Se um dos sócios perde a paixão e pelo empreendimento, as chances de os envolvidos entrarem em conflito aumentam bastante.

5. Excesso de cobrança

Já que falamos sobre a importância de os sócios estarem igualmente empenhados no negócio, também é preciso destacar que, quando isso não acontece, o excesso de cobrança do outro não é a solução. Em casos assim, como os sócios são os donos da empresa e não há um chefe para resolver a situação, às vezes o auxílio de uma terceira pessoa é a melhor saída.

Por meio do processo de arbitragem, por exemplo, é possível que empresários resolvam conflitos com sócios, fornecedores e clientes com o apoio de um especialista de forma segura e rápida, sem as formalidades e a lentidão dos processos judiciais. Clique aqui e conheça este serviço oferecido pela ACSP por meio da Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem Empresarial (CBMAE).

6. Ausência de contrato

Todos os sócios precisam estar cientes da importância e concordar com a elaboração de um bom contrato. Embora alguns pensem que isso indica falta de confiança, um contrato serve para prever o que acontecerá com as partes caso a sociedade seja desfeita. Assim, discussões futuras sobre divisão de bens e outras questões importantes são evitadas, e a necessidade de brigas judiciais posteriores também é eliminada.

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Por ACSP