A saúde financeira do negócio é, sem dúvida, uma das questões que mais merecem a atenção do empreendedor. Para manter as contas em equilíbrio, é preciso muita disciplina e acompanhamento constante do fluxo de caixa, ou seja, de todos os ganhos e despesas do negócio.

O planejamento das finanças é tão importante que começa antes mesmo de a empresa entrar no mercado. Para iniciar as atividades, um negócio normalmente precisa de dois tipos de investimento: um fixo, para a aquisição de máquinas, móveis, imóvel e todas as despesas iniciais, e outra parte para compor uma reserva de recursos. Essa reserva deve ser utilizada ao longo do tempo, conforme as necessidades da empresa, e recebe o nome de capital de giro.

Qual é a importância do capital de giro?

Quando abre uma empresa, tudo o que o empreendedor não quer é que ela quebre, mas, infelizmente, essa ainda é uma situação comum no País. Segundo dados da Boa Vista SCPC, o número de falências decretadas entre janeiro e novembro deste ano aumentou 11,6% em relação ao mesmo período de 2017. A má administração do capital de giro é uma das principais razões que levam a essa situação, afinal, quando a empresa não tem um bom controle das suas finanças, fica sujeita a um caixa negativo e ao acúmulo de dívidas, o que compromete sua sobrevivência no mercado.

Como o próprio nome sugere, capital de giro é o total de recursos necessários para uma empresa girar, ou seja, realizar suas atividades diárias. Em outras palavras, ele representa os bens que a empresa tem e que podem ser convertidos em capital, como, por exemplo: dinheiro em caixa, contas a receber, saldo da conta corrente bancária, mercadorias em estoque e investimentos financeiros. Vale lembrar que o capital de giro é sempre o resultado da diferença entre o dinheiro que a empresa tem disponível e o dinheiro que deve ser utilizado para quitar suas dívidas.

Quando o empreendedor sabe exatamente quanto tem de capital de giro e conhece a sua situação financeira, fica mais fácil tomar decisões importantes. Se ele pensa em fazer algum tipo de investimento para ampliar o negócio, por exemplo, o conhecimento das finanças o ajudará a saber exatamente qual é o melhor momento para tomar essa decisão, evitando qualquer desordem nos pagamentos e recebimentos.

Como calcular o capital de giro?

Com as contas do caixa e do banco em mãos, é preciso também considerar as contas pagar e receber, o valor dos itens em estoque e todos os recursos que vão entrar e sair da empresa em curto prazo. Uma fórmula simples pode ser adotada para calcular o capital de giro em qualquer negócio:

CGL = AC – PC

CLG se refere ao capital de giro líquido. AC representa o ativo circulante (dinheiro em caixa, bancos, contas a receber e demais entradas da empresa), e PC corresponde ao passivo circulante (contas a pagar, empréstimos, fornecedores e demais saídas). É só subtrair e pronto!

É possível resolver problemas de capital de giro?

Ansiosos para resolver questões de baixo capital de giro, muitos empreendedores logo recorrem aos bancos e fazem empréstimos para ter mais dinheiro em caixa e manter as operações da empresa. Essa decisão, no entanto, requer muito cuidado, já que os juros e taxas costumam ser muito altos e as condições nem sempre interessantes.

Hoje, já existem no mercado algumas alternativas mais convenientes para ajudar as empresas a levantarem capital de giro, como a antecipação de recebíveis. Com esse recurso, o empreendedor pode adiantar o recebimento do dinheiro de suas vendas a prazo e usar a renda para atender às necessidades imediatas do negócio, com taxas muito mais baixas que as aplicadas em empréstimos. Não é interessante?

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Fique atento ao capital de giro da sua empresa. Ele é fundamental para garantir não apenas a sobrevivência, mas o sucesso do seu negócio. Conte com a ACSP para te ajudar!

 

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Por ACSP