O volume de serviços prestados, em setembro, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou crescimento de 1,8%, em relação a agosto, anotando a quarta alta seguida nessa mesma base de comparação. No contraste com maio de 2019, houve queda de 7,2% (ver tabela ao final), menor do que a esperada pelo mercado. Em termos anuais e em 12 meses, as contrações alcançaram a 8,8% e 6,0%, respectivamente, porém seguem muito influenciadas pelos resultados fortemente negativos de abril e maio.
Em setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do varejo restrito (que não inclui veículos e material de construção) e do ampliado (que considera todos os setores) apresentaram aumentos de 7,3% e 7,4%, respectivamente, em relação ao mesmo mês de 2019 (ver tabela ao final). No acumulado do ano, houve estabilidade e queda de 3,6%, respectivamente, enquanto, em 12 meses, foram registradas alta de 0,9% e contração de 1,4%.
Em julho, o varejo restrito registrou alta de 5,5% sobre o mesmo mês de 2019, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), superando as expectativas. O varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, mostrou elevação de 1,6%. No acumulado do ano, houve recuos de 1,8% e 6,8%, respectivamente, enquanto em 12 meses, registraram-se crescimento de 0,2%, no primeiro caso, e queda de 1,9%, no segundo.
Em junho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de serviços prestados apresentou crescimento de 5%, em relação ao mês anterior, interrompendo quatro meses de quedas consecutivas. No contraste com maio de 2019, houve queda de 12,1% (ver tabela abaixo), menor do que a esperada pelo mercado e menos intensa que a observada na leitura anterior. Esses melhores desempenhos relativos se explicam pela flexibilização das medidas de isolamento social e pelos impactos positivos do auxílio emergencial e da redução da jornada de trabalho sobre a renda e o emprego das famílias. Em 12 meses, contudo, o setor continuou intensificando sua contração, que alcançou a 3,3%, sinalizando tendência de lenta recuperação.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em junho, o varejo restrito (que não inclui veículos e material de construção) anotou leve alta de 0,5% sobre o mesmo mês de 2019, superando as expectativas, enquanto o varejo ampliado (que incorpora todos os segmentos) apresentou recuo de 0,9% (ver tabela abaixo). Em relação a maio, livre de efeitos sazonais, continuou a haver forte aumento dos volumes comercializados (8,0% e 12,6%, respectivamente). Em 12 meses, seguiu havendo estabilidade no varejo restrito, e queda levemente mais intensa que a observada na leitura anterior, no caso do ampliado (-1,3%).
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em julho, acelerou em relação ao mês anterior, apresentando elevação de 0,36%, em linha com as expectativas de mercado. Este resultado contribuiu para aumentar a inflação em 12 meses, que alcançou 2,31% (ver tabela abaixo), porém mantendo-se ainda abaixo do limite inferior da meta perseguida pelo Banco Central (2,5%).