Conjuntura Econômica

Boletim de Conjuntura Agosto/2019: Perspectivas de Melhoras à Frente

A evolução da atividade econômica no segundo trimestre de 2019, medida pelo Produto Interno Bruto (PIB), ainda não foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), porém a expectativa do mercado é de estagnação em relação aos primeiros três meses do ano, ou ainda de queda, o que, ao ser consecutiva, configuraria a chamada “recessão técnica”.

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Boletim de Conjuntura Abril/2019: Previdência Semi-Desidratada

No final da semana passada, o relator da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara de Deputados, Deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentou seu parecer sobre a proposta enviada pelo Governo Bolsonaro ao Congresso. Tal como sugerido em palestra proferida pelo mesmo relator na reunião conjunta do Conselho Político e Social (COPS) e do Conselho de Economia (COE) da Associação Comercial de São Paulo, sua “contraproposta” manteve praticamente inalterados os principais eixos, do ponto de vista fiscal, da versão original: a idade mínima de aposentadoria e a regra de cálculo do benefício previdenciário.

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Boletim de Conjuntura Março / 2019: O Momento Econômico

Os dados disponíveis até o momento indicam que a economia brasileira continua crescendo pouco, abaixo das expectativas do início do ano, afetada pela incerteza política relativa ao andamento das reformas, pela queda na produção mineral, em decorrência do rompimento da barragem de Brumadinho, e por um cenário externo menos favorável, marcado pela “guerra comercial” entre Estados Unidos e China e pela desaceleração dos principais países da Comunidade Europeia. O índice Nacional de Confiança do Consumidor (INC), elaborado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), revela que o consumidor está cauteloso para assumir compromissos de médio e longo prazos.

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Boletim de Conjuntura Fevereiro 2019: O Poder das Expectativas

Desde muito tempo em economia, se reconhece que as expectativas concebidas por consumidores e empresários podem exercer importante influência sobre os resultados efetivos da economia. Assim, se as famílias e os empreendedores passam a acreditar que o emprego, a renda e o lucro serão maiores no futuro, se elevará a confiança, e, portanto, a intenção de consumir e produzir, gerando maior atividade econômica tanto no presente como no futuro. O contrário ocorrerá se a percepção sobre o futuro passar a ser menos benigna. Desse modo, é muito possível que as expectativas se convertam em “profecias autorrealizáveis”, ou seja, se acharmos que o futuro será promissor ou não poderemos, ainda que sem intenção, contribuir para que esse resultado se materialize. Por isso, é muito importante a consideração dessa variável se o objetivo é realizar algum prognóstico sobre a situação futura.

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